CRIANÇAS NO ALÉM



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Espírito: Marcos Psicografia: Francisco Cândido Xavier Colaboração: Caio Ramacciotti


ANOTAÇÃO - PREFÁCIO
Emmanuel

Por que a desencarnação de crianças, vidas tala das em flor?
Muitos problemas observados exclusivamente do lado físico, assemelham-se a enigmas de solução
impraticável; entretanto, examinados do ponto de vista da imortalidade e do burilamento progressivo da
alma, reconhecer-se-á que o espírito em evolução pode solicitar conscientemente certas experiências ou
ser induzido a elas em benefício próprio.
Nas realizações terrestres, é comum a vinculação temporária de alguém a determinado serviço por
tempo previamente considerado. .
Há quem renasça em limitado campo de ação para trabalho uniforme em decênios de presença
pessoal e há quem se transfira dessa ou daquela tarefa para outra, no curso da existência, despendendo,
para isso, de quotas marcadas de tempo. Encontramos amigos que efetuam longos cursos de formação
profissional em lugares distantes do recanto em que nasceram e outros que se afastam, a prazo curto, da
paisagem que lhes é própria, buscando as especializações de que se observam necessitados. E depois dos
empreendimentos concluídos, através de viagens que variam de tipo, segundo as escolhas que façam, eilos
de regresso aos locais de trabalho em cuja estruturação se situam.
Esta é a imagem a que recorremos para que a desencarnação de crianças seja compreendida, no
Plano Físico, em termos de imortalidade e reencarnação.
Marcos é o companheiro em readaptação na Vida Maior, após haver deixado o corpo de menino num
acidente de trânsito.
Ainda a sentir-se criança, no degrau evolutivo em que se acha, escreve aos pais, de modo
comovedor, trazendo notícias dele mesmo e dos irmãos que se lhe associaram à prova.
A palavra simples e eloqüente do garoto amigo, a identificar-se, quanto possível, para reconforto
dos entes queridos, aqui se encontra, demonstrando que, além da morte do corpo, o espírito prossegue
atendendo aos condicionamentos indispensáveis à conquista da evolução que não dá saltos.
Marcos - menino continuará Marcos - menino, por algum tempo, na Espiritualidade, qual acontece
ao espírito, mesmo quando procede de Altos Cimos da Vida Superior, ao retornar à Terra, para certos fins,
sempre compelido a passar pela estação da infância.
Mas, muito acima de nossas modestas argumentações, o que vale neste livro é o consolo iluminado
de esperança que ressuma destas páginas, não somente para os genitores do comunicante, mas também
para aqueles outros pais e mães do mundo que perderam filhos amados no alvorecer da existência.
Marcos, o suave mensageiro, deixa claro que a vida prossegue no Mais Além; que novas áreas de
assistência se descerram depois da experiência física, em auxílio dos pequeninos carentes de instrução e
ternura; que os laços afetivos não desaparecem e que Deus concede filhos aos pais humanos, não a fim de
separá-los para sempre, e sim para que, na vida ou além da morte, haja entre eles a bênção da união
eterna com a luz perene do amor.
Emmanuel
Uberaba, 3 de outubro de 1976.


APRESENTAÇÃO
Emmanuel
A mensagem do pequeno Marcos foi psicografada por Francisco Cândido Xavier no dia 12 de
dezembro de 1975, 10 meses após o seu falecimento.
Marcos Hideo Hayashi, com 12 anos e os irmãos, João Batista Hayashi, 11 anos e Sheila Tieko
Hayashi, com 7 anos, desencarnaram no dia 9 de fevereiro do ano passado, em acidente na Via
Anhangüera, próximo a Perus, onde residiam. Eram os únicos filhos de Ukuru Hayashi e de D. Elite Diogo
de Oliveira Hayashi.
Em rápidas pinceladas, vamos situá-lo, leitor amigo, no drama familiar, envolvendo os pais e os três
filhos, desde um pouco antes do acidente que vitimou as crianças até o recebimento da mensagem do
Marcos por Chico Xavier.
Caio Ramacciotti
S. Bernardo do Campo, 3 de outubro de 1976.


A SEPARAÇÃO
Marcos
Tão grande era o apego de Ukuru Hayashi - o Roberto - aos filhos, que não fora fácil convencê-lo a
deixar Marcos e seu irmão João Batista passarem uma semana em Ribeirão Preto, junto de amigos da
família.
Os argumentos de D. Elite eram muitos: as férias se aproximavam do fim; Marcos, o mais velho dos
três, fora aprovado, em primeiro lugar, nos exames de dezembro e ajudara bastante o pai, nas entregas
com o "Mercedinho"; tudo, enfim, servia de motivo para que Roberto cedesse.
Calado, introvertido, efetivamente o Roberto pouco falava. E, para agravar sua sisudez, muito ocorreu
uma revelação que tivera anos atrás, antes mesmo de conhecer a esposa, D. Elite.
Quando solteiro, um amigo profetizou com convicção que o destino lhe reservara uma esposa
brasileira, sem qualquer ascendência japonesa, e que o casal teria três filhos que, contudo, morreriam,
ainda crianças. Tal fato, que marcou profundamente Roberto, somente foi revelado à esposa, após o
falecimento das crianças.
Como dizíamos, com a insistência de D. Elite e das próprias crianças, Roberto concordou que os filhos
mais velhos, Marcos e João Batista, fossem passar a primeira semana de fevereiro de 1975 em Ribeirão
Preto.
Seguiram de ônibus, com uma amiga do casal e, no fim da semana seguinte, D. Elite, com a filha
caçula Sheila, com o irmão, Saulo Prestes de Oliveira, e a cunhada, Maria Prestes de Oliveira, foram de
Volkswagen buscar os filhos em Ribeirão Preto. Seguia também no carro o filhinho do casal que
acompanhava D. Elite, pequeno, ainda de colo.
No domingo, 9 de fevereiro, voltavam a Perus. Saulo ao volante, D. Elite ao lado, com a filha Sheila
no colo. Atrás, Marcos, João Batista e D. Maria com o filhinho. Muita alegria, músicas, comemorações, pois
no dia anterior, 8 de fevereiro, o João Batista completara 11 anos. Assim descontraídos, chegaram até a
entrada de Perus, quando uma Veraneio colheu e arremessou longe o Volks que- já deixava a Via
Anhangüera para atingir o acesso que leva a Perus.
Todos os ocupantes do banco traseiro do carro tiveram morte instantânea: D. Maria e os três irmãos,
Marcos, João Batista e Sheila. Segundo D. Elite, apenas três minutos antes do acidente, em virtude de um
mal-estar súbito da cunhada, a Sheilinha precisou ir para trás, a fim de que D. Elite segurasse no colo o
sobrinho.
O menino sobreviveu, mas a Sheila, em função da troca de lugar, veio a falecer com os dois irmãos e
com a tia.


DO ACIDENTE
Do acidente à psicografia da mensagem ? uma nova realidade
Marcos

A adaptação diante da realidade nova se fazia à custa de lágrimas incontroláveis. De chofre, a família
alegre, feliz, estava destruída.
Sobravam os pais que, em desespero, se arrastavam na busca dos filhos ausentes: do Marcos, do
João Batista e da Sheilinha, a suave gueixa da casa.
Roberto pouco falava; era, de hábito, calado e com o duro golpe, mais se fechou em si mesmo;
continuava firme no trabalho, pois os compromissos exigiam que seu "Mercedinho" riscasse o Vale do
Paraíba, para as entregas comerciais inadiáveis.
D. Elite, entre calmantes e crises de desespero, foi empurrando o tempo, na saudade dos filhos; ao
lar, não voltara mais, morando com a genitora, alimentando a idéia única, implacável de rever os filhos,
pois não podia acreditar que tivessem morrido.
Que poemas não terão nascido, nessas horas de dor, dos corações simples de Ukuru e Elite, ao
mergulharem nas recordações dos três anjos que partiram. Certamente tão belos quanto o Salmo 23 de
David - o Salmo da despedida - que, uma semana antes de morrer, como que prevendo a desencarnação
iminente, o filhinho João Batista pediu para que todos cantassem, durante uma reunião que D. Elite fizera
em seu lar com companheiros de crença religiosa. O cântico de David, entre outras reverências ao Senhor,
diz:
"Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque estás
comigo ..."
Embora na época se achasse ligada a outro campo de fé, um mês depois do 9 de fevereiro, por
sugestão de D. Consuelo Andrade Carvalho, sua vizinha, D. Elite estava em Uberaba. Queria conhecer
Francisco Cândido Xavier.
Misturou-se com a multidão que ali se encontrava para abraçar o Chico e, embora rapidamente, teve
a oportunidade de mostrar-lhe uma fotografia das três crianças, pedindo ao Chico que a confortasse.
- "Quem sou eu para confortá-la? Eu não sou ninguém ..." respondeu Chico Xavier.
O diálogo com o médium se resumiu nesse rápido intercâmbio, suficiente, contudo, pelo respeito do
Chico aos sofrimentos de D. Elite, para que ela voltasse um pouco melhor para casa.
Retornou a Uberaba mais quatro vezes, durante o ano de 1975, sempre sem entrar em detalhes com
o Chico, pois os entendimentos se resumiam em saudações rápidas. Na última visita, no dia 12 de
dezembro, eis que o Marcos traz a exuberante mensagem de quase 80 laudas psicografadas.
Após o recebimento da mensagem, embora a dor ainda persista,os pais acham- se mais confortados.
Vez por outra um sorriso já se desenha no rosto de D. Elite e, nos olhos do Roberto, observam-se lampejos
de alento, cada vez menos fugazes.
É a renovação, com a decidida certeza da sobrevivência do espírito, reconstruindo no casal a estrutura
abalada pelos golpes da separação provisória. E: a convicção plena de que seus três filhos não morreram,
convicção, aliás, solidificada pela mensagem que veremos adiante, onde as revelações surgem pelas mãos
de Chico Xavier que desconhecia detalhes do acidente e ignorava os nomes citados pelo Marcos, alguns dos
quais até D. Elite e Roberto tiveram dificuldade em identificar.


A MENSAGEM
Marcos

Minha querida Mamãe, meu querido Papai.
Estou obedecendo ao meu avô Joaquim (1 ) que me ,trouxe para escrever.
Peço para que me abençoem.
Querida Mamãe, a senhora pede notícias e rogou tanto, mas tanto, perante as orações, que me vejo
aqui para trazer a esperança ao seu coração e fortalecer em meu pai a confiança na vida.
Não sei como fazer isso direito: escrever falando o que se passa.
Meu avô está me auxiliando, mas, por dentro de mim, estou como quem traz o pensamento
tropeçando na vontade de chorar.
É preciso ser forte e ser um homem para receber um compromisso desses.
Papai sempre nos ensinou que devemos ser valorosos com a luz da coragem na frente de nossos
passos, mas é tanta dor para vencer, querida Mamãe, que eu não tenho forças para remover a situação.
Meu avô diz que não devo procurar desculpas e sim tomar o assunto sem mais demora.
Por isso, quero dizer a você, Mãezinha, para confiar em Deus e na vida.
Papai é calado e tantas vezes sem manifestações iguais às nossas (2), mas para ele também estou
garatujando esta carta.
Rogo a vocês para não se deixarem dominar pelo sofrimento, embora este conselho deva ser ditado
para mim mesmo.
Estamos assim como num telefone direto, em que o fio do lápis vai formando as minhas palavras,
sem que eu possa receber as palavras de meus pais queridos, ao mesmo tempo.
Sei tudo o que tem acontecido. Sei, Mãezinha, que a senhora, está sendo considerada uma pessoa em
perturbação mental (3).
Mas nós entendemos daqui as suas aflições..
Três filhos esmagados quase ao chegarem em casa ...
E a nossa separação de repente.
Isso transtornaria o cérebro de um gigante, quanto mais os nossos corações sempre ligados pelo
carinho.
Desde que acordei aqui, ouço os seus gritos do coração suas palavras que não são faladas, suas
preces de aflição no silêncio e suas lágrimas que aí na Terra ninguém vê...
Mas peço à senhora, em nome da nossa Sheilinha, do João Batista e em meu nome, para viver e viver
com fé em nosso reencontro.
Mamãe, se não fosse a falta que a gente experimenta de casa, se não fosse a voz da senhora e do
papai por dentro de mim, eu diria que tudo está bem.
Mas posso dizer agora que tudo melhorará, quando melhorarem na paciência e na confiança.
Estamos num parque de crianças que vieram para cá apressadamente
Temos tratamentos, exercícios lições e muito carinho.
Muitos meninos já crescidos ajudam os menores e são auxiliares de enfermeiras queridas que nos
amparam, como sendo filhos do coração.
Temos repouso, mas o repouso é atravessado pelas recordações que se fazem tão vivas como se
fossem relâmpagos coloridos e parados em nossas lembranças.
Nessas telas da alma, vemos o que se passa à distância e, além disso, suas vozes, Mãezinha, nos
alcançam por todos os meios.
Peço a você - a você que é nosso querido anjo da guarda - entregar a Deus os acontecimentos de
fevereiro (5).
Não chore mais com desânimo e aflição.
A senhora, sempre carinhosa e sempre imensamente boa para nós, não choraria mais com tanta
angústia se visse a nossa querida Sheila cair de aflição, querendo ir ao seu encontro
sem poder (6) ...
Ajude-nos, querida Mamãe.
Aqui temos muita gente dedicada ao bem.
A Irmã Luiza nos abençoa - benfeitora que não conheci - e um santo a quem devemos chamar por
Irmão Ukuru nos cerca de muito amor, quase todos os dias (7).
O tio Diogo (8) e o avô Joaquim são companheiros que tudo fazem por nosso auxílio.
De tia Maria (9) nada sei. Pergunto por ela, mas recebo apenas a notícia de que ela vai bem.
De certo modo ainda não estou muito em mim.
Se tivesse de retomar os estudos aí em casa, creio que não seria possível.
Tenho a cabeça assim aflita, como quem não saiu de um susto muito grande e não posso lembrar
com muita insistência aquela Veraneio (10) e nem a nossa casa em Perus, porque me sobe uma emoção
ao cérebro que dá para tontear; mas o avô Joaquim me diz que tudo vai melhorar quando a senhora e
papai estiverem mais fortes.
Nós estamos todos unidos sem que eu saiba como é isso.
O pensamento é uma força, mas não sei ainda explicar o que sinto.
Mamãe, não fique parando o olhar em nossas lembranças.
Tudo o que foi nosso ?de nós três- dê a outras crianças em nosso nome.
Ficará para nós o coração inteirinho, porque a senhora, papai, João Batista, Sheila e eu não nos
separamos.
Peça energias para nós nas preces do seu carinho de sempre.
Mamãe, as lágrimas são forças de Deus em nossa vida, e por isso, nenhum de nós está livre de
chorar, mas as nossas lágrimas devem ser orações de gratidão e amor, paz e fé.
Um dia estaremos todos juntos, mas não deseje vir para cá como quem força a entrada de uma casa
desconhecida.
Pouco a pouco, entenderemos as razões de tudo o que sucedeu.
Rogamos para que a ninguém seja atribuída qualquer culpa pelo acidente.
O veículo poderia estar sendo guiado por nós.
Ninguém cria problemas de trânsito por vontade própria, como no caso em que nos vimos.
Mamãe, queremos, a paz de todos
Ajudem, a senhora e meu pai, a termos paz.
Não se queixem.
Vamos cultivar a saudade na igreja do amor ao próximo.
Temos tantos irmãos nas calçadas e nas ruas, pedindo auxílio!
Sejam eles, filhos também de seu coração.
Aqui, muitos pais de meninos desamparados oram conosco pelos filhos sofrem no mundo,mas eu sei
que a senhora e meu pai serão auxílio e bênção para esses meninos, filhos de tantos amigos bons que nos
amparam aqui.
Não posso continuar.
Mamãe, abençoes os filhos que somos nós aqui, sem você, mas contando sempre com a senhora para
ficar mais fortes.
Deus nos auxiliará.
Hoje, tenho mais fé.
Em nome dos irmãos e em meu nome, deixo a vocês, em casa, o nosso beijo de respeito e de amor.
E recebam, com o abraço do avô Joaquim, todo o coração do filho, sempre filho reconhecido.
Marcos
Uberaba, 12 de dezembro de 1975


COMENTÁRIOS
Marcos

?Três filhos esmagados quase ao chegarem em casa... E a nossa separação de repente. Isso
transtornaria o cérebro de um gigante, quanto mais os nossos corações sempre ligados.?
São palavras do menino de 12 anos. Se os conceitos profundos, sobretudo se creditados ao cérebro
de uma criança, quase adolescente, impressionam-nos, do mesmo modo a grandeza de seus sentimentos
nos comove muito.
É a criança que fala aos pais, mostrando que as dificuldades são as mesmas do lado de lá, mormente
quando a saudade permanece tão viva.
Na mensagem, o filho conversa com a mãezinha, em súplica, rogando-lhe não se detenha mais nas
lágrimas, pois quem sofre mais com as lágrimas dos pais, são os filhos no outro lado da vida. É por isso
que o Marcos diz;
- ?Mamãe, se não fosse a falta que a gente experimenta de casa, se não fosse a voz da senhora e do
papai por dentro de mim, eu diria que tudo está bem.?
Da mensagem, separaremos algumas citações, obedecendo a seqüência da psicografia, para maior
esclarecimento:
1 ? ?Meu avô Joaquim? ? avô materno, Joaquim Diogo Oliveira, desencarnado há 16 anos, em Perus.
2 ? ?Papai é calado? ? tão simples quanto surpreendente revelação. Chico mal cumprimentara pela
primeira vez o Sr. Ukuru, pai das crianças, momentos antes da recepção da mensagem. Ser calado é um
singular traço da personalidade do Roberto. Praticamente não fala, tendo sido difícil mesmo, nas
entrevistas que realizamos com o casal, arrancar alguma palavra do pai amoroso, mas realmente quieto.
3 ? Entre as doses de calmantes e os acessos de desespero, D. Elite era por muitos considerada já em
alienação mental, desencadeada pólo trauma da separação dos filhos.
4- ?Estamos num parque de crianças que vieram para cá apressadamente.? A respeito da situação das
crianças, após sua desencarnação, o leitor encontrará esclarecimentos de
André Luiz , no livro Entre a Terra e o Céu, psicografado pelo Chico, quando fala no Lar da Bênção, em que
pequenos desencarnados se reúnem, sob a proteção de dedicadas professoras do Plano Espiritual.
5 ? Referência ao acidente que tirou a vida aos três irmãos na Via Anhanguera, na tarde de 9 de
fevereiro de 1975.
6 ? Como observamos no início destes comentários, a angústia dos pais funciona como dardos que
atingem diretamente os filhos desencarnados; daí Marcos lembrar, suplicante, à Mãezinha, que ela não
choraria mais, se visse a sua querida Sheila cair de aflição, querendo ir ao seu encontro, sem poder...
7- Irmã Luiza ? possivelmente Marcos se refere à amiga da família, falecida em Guairá-SP, há muitos
anos. O irmão Ukuru, homônimo do pai das crianças, não foi ainda identificado, pelo menos nas
recordações mais imediatas do grupo familiar.
8- Diogo ?Pedro Diogo de Faria, irmão do avô Joaquim, faleceu em Guairá, no ano de 1934.
9- Tia Maria ? cunhado de D. Elite. Faleceu com as crianças no acidente. Maria Prestes de oliveira
contava 21 anos e minutos antes do desastre deu o filho par D. Elite segurar no bando dianteiro do carro,
pois não estava se sentido bem. A Sheilinha que estava com a mãe, precisou passar para trás e, pouco
depois, também foi colhida pelo impacto mortal.
Estranha coincidência, o acaso reunir pouco antes do acidente justamente os espíritos que deveriam
partir.
10- ?Aquela Veraneio? ? o veículo que colidiu com o carro em que se encontravam as crianças.
Oportuna revelação, pois o Chico não sabia dos detalhes do acidente.


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